segunda-feira, 21 de novembro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
Atuamos em causas Cíveis, Criminais, Trabalhistas, Administrativas, ambientais e previdenciárias.
SEPARAÇÃO DE BENS
Recuperação judicial não impede
execução contra os sócios na Justiça do Trabalho
A aprovação da recuperação judicial da
empresa com dívidas trabalhistas suspende a execução pelo prazo de 180 dias,
conforme determina o artigo 6º da Lei 11.101/2005. Mas isso não impede que a
execução prossiga contra os sócios da empresa na Justiça do Trabalho, mesmo que
exista decisão do STJ definindo a competência do juízo universal para a
execução contra a empresa, desde que o plano de recuperação judicial não
abranja também o patrimônio dos sócios.
Com esse entendimento, a 4ª Turma do
Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG) julgou favoravelmente o recurso
de um empregado que pretendia o prosseguimento da execução contra os sócios de
sua ex-empregadora. A juíza convocada Maria Cristina Diniz Caixeta, relatora do
recurso, ressaltou que a recuperação judicial não interfere no direito dos
credores trabalhistas da empresa perante os sócios.
No caso, foi constatada a existência de
decisão do Superior Tribunal de Justiça em conflito de competência, transitada
em julgado, que definiu de forma definitiva que o juízo competente para
processar a execução contra a empresa é o juízo universal que deferiu o plano
de recuperação judicial (11ª Vara Cível de Goiânia).
Dessa forma, conforme ressaltou a
juíza, a execução contra a empresa não poderia prosseguir na Justiça do
Trabalho. É também nesse sentido a recente Súmula 55 do TRT-3. Entretanto,
segundo destacou a relatora, nada havia, no caso específico, a impedir o
prosseguimento da execução contra os sócios, já que os bens destes não tinham
sido incluídos no plano de recuperação judicial. Com informações da Assessoria
de Imprensa do TRT-3.
Drª Deise Lobo OAB/ES 21.317 ---- deiselobo.dl@hotmail.com
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¸☆. Ƹ̵̡Ӝ̵Ʒ..•*"˜ ☆
¸.☆ A distinção entre os seres se faz
pelo que sentem e como reagem
ao sentir.
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.....Deise Lobo...
domingo, 14 de agosto de 2016
Horácio Lôbo, meu pai!
Pai...
Cedo
se separou de mim, e só muitos anos após sua partida é que finalmente percebi,
que poderia ter ficado mais, muito mais...
Não
quero ir no tempo que foste, estou quase nele e me sinto jovem!
Quero
fazer muitas coisas e muitas coisas poderíamos ter feito...
Poderíamos
ter jogado mais dama e baralho e todos os jogos que sempre trazia de suas
viagens e os que ainda inventava, acho que nunca dormiria, amanheceria o dia em
sua companhia, esgotaria todas as moedas de sua mala...
Sempre
me esforçando para te agradar, e acho que fazia muito bem ...
Se me roubasse
nos jogos, saiba que eu não veria, só pra não brigarmos...
Não
sou mais tão boa em trava línguas, Pedro do peito do pé preto e magafagarfa, me
cansam... Certamente eu perderia umas moedas!
Não
aprendi tocar violão... Minha vez nunca chegou!
Ainda
quero aprender, mas perdi minha motivação, você partiu...
O
violão remendado de durepoxi, era meu sonho... Nosso amor, se acabou, sumiu...
Sempre
que vejo o mar me lembro de nós; da boia, das piscinas na areia, não consigo
boiar ainda!
Nossa,
são tantas lembranças... Ainda tenho medo de te perder naquele dia...
Ontem
comi goiabada com queijo, acabei com o queijo, hoje só goiabada, sempre compro
para te lembrar!
Hoje
te comemorando, me lembrei do truque copa, paus espada e ouro vou ensinar para
o meu filho, rs
A bíblia
é linda e sei que você iria com a ajuda do Espirito Santo interpretá-la como
ninguém, lamento o pouco tempo que teve na presença de Deus aqui, mas me alegro
por ter partido com Ele...
Suas
expectativas e elogios, me fizeram muito forte, obrigada por confiar em mim, mas
me senti só, fiquei só por muito tempo depois que você partiu, é que durante
anos achei que só precisa de você...
Dos
desentendimentos e pedidos de perdão só restam a certeza que continuariam, não
brigaríamos menos, somos muito iguais!
É
grande um pai que pede perdão aos seus filhos, tenho pedido ao meu, você me
ensinou!
Eu só
tive um filho.... Como pode ter, e educar dez?!
Contei
para o meu filho, que colocava muitas
roupas quando sabia que você ia me dar uma surra, rs e ele aprendeu, desde de
pequeno se prepara para as surras...
Quero
te ver novamente, para te dizer que já faz tempo, mas foi só depois que você
partiu, que entendi os esforços que fez...
Quando
eu era criança você já cansando e muito doente, me esperava dançar.... Já era
tarde ginásio lotado, muito barulho.... Você já cansado e doente, me esperava
dançar...
Estou louca
para te abraçar de novo...
Eu
sempre canto; “Eu sou o Tostão”, ainda adoro, agora é real, mas a história é a
mesma, acabou na miséria, depois do café sentado.
O
Senhor detestaria as músicas de hoje, e não nos deixaria ver TV, os tempos
estão loucos!
Brinquei
de sanfona velha com meu filho ele adorava a parte do fole, também vou brincar
com meus netos e não me esquecerei de te lembrar...
Obrigada
papai, eu falo de você para o meu filho, ele já te admira!
Até...
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Horacio Lôbo, nasceu em 26 de agosto de 1935 e faleceu em 23/12/1989.
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quarta-feira, 13 de julho de 2016
domingo, 10 de julho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
Insólito: Escola belga simula casamento gay entre 2 meninos
Insólito: Escola belga simula casamento gay entre 2 meninos
Por Tamara García Yuste
MADRI, 08 Jun. 16 / 06:00 pm (ACI/Actuall).- Tito Meeus e Otto De Greve têm sete anos e serviram para realizar um “experimento social”, o qual consistiu em simular um casamento civil entre ambos os menores no espaço dedicado aos casamentos na Prefeitura de Gante (Bélgica).
A pantomima se repete a cada ano com a participação de professores, alunos e pais do colégio Freinetschool de Boomgaardsuele. Entretanto, neste ano foram além, ao propor aos meninos celebrar uma tentativa de casamento gay entre os dois menores.
A esta paródia se somou até uma funcionária do Consistório belga e um numeroso grupo de meios de comunicação, que difundiram o momento em que Tito e Otto trocaram uns braceletes “da amizade”.
Os organizadores são tão conscientes do efeito que esta parafernália pode produzir na psicologia dos menores, que se sentiram na obrigação de atenuar o casamento gay, rebaixando-o a uma promessa de amizade.
Apesar de que esta iniciativa possa brincar com a inocência das crianças, é surpreendente que os próprios pais promovam esta iniciativa. Para a mãe de um dos meninos, Otto, trata-se de “uma experiência divertida” que os meninos “recordarão quando forem maiores e decidirem se casar, com um homem ou uma mulher”, conforme assinalou ao jornal Het Nieuwsblad.
Por sua parte, a professora das crianças, Lies Van Maldergem, assegurou que a simulação de união legal entre dois menores do mesmo sexo “não tem nada a ver com a homossexualidade” (sic). Entretanto, conforme recolhe Het Nieuwsblad, a escola reconhece a intenção de doutrinar a fim de que “os menores aprendam os usos sociais e a construção da sociedade”.
Fotos: Actuall / Nieuwsblad.be.
Publicado originalmente em Actuall.
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